Relacionamento é algo complicado... Seja ele entre homem e mulher, homem e homem e mulher e mulher, não tem jeito... Os problemas, os conflitos as situações serão os mesmos, só mudam de endereço.
Todo relacionamento, penso eu, passa por fases que podem levar mais ou menos tempo, dependendo das pessoas envolvidas e das pessoas envolvidas ao redor desta pessoa, entendeu? Então vamos por partes...
O início: O início de um relacionamento é sempre bom... Empolgante, apaixonante, fogo, sexo, paixão... Uma coisa de louco! É o momento em que você conhece e é conhecido. Descobre e é descoberto. Fala e escuta. Não se tem brigas, apelidos são dados uns para os outros e, normalmente, são apelidos ridículos. Há aquela necessidade comunal de falar o tempo todo, de sentir saudades e blá, blá, blá. É um momento bom, mas também deliciado. Pois é nessa fase de descobertas um do outro, qualquer informação passada errada pode culminar em um fim precoce do relacionamento... Aí, o que a maioria das pessoas fazem? Omitem algumas informações. Alguns, mais espertos, deixa que o outro fale, dependendo do que fala, ele começa a “montar” a sua história de uma maneira que não assuste... Não que o primeiro já não esteja tomando esse cuidado... Mas, para àquele que fala primeiro, é sempre o que se encarrega de ser mais claro nas suas informações... Não estou dizendo que isso é uma regra e que vale para todos... É apenas uma dinâmica de comportamento que observo e estou tirando meu ponto de vista...
Então, nesse momento entra a parte mais delicada e, digo e afirmo, você concordando ou não, faz parte de 90% do relacionamento: O SEXO! O sexo, concorde você ou não, faz sim grande diferença... Pois se na cama, a química entre o casal não bater, não tem jeito... Não dê murro em ponta de faca, e não adianta nem se fantasiar de coelhinho... Não bate na cama, não bate em mais nada... Mesmo porque, se um casal insiste em um relacionamento sem um bom sexo, alguém vai sair chifrudo nessa história... Ah vai! Essa fase também é a fase das surpresas, dos presentes, das compras, das visitas... Até vir a fase que entra em “velocidade de cruzeiro”. Tudo fica bem... Tudo fica bom... Planos começam a ser traçados. Pensamos como será o natal juntos, como será o ano novo, carnaval, dia dos namorados, festa junina, até aniversário de 1 ano... A cabeça vai longe... Apelidos ficam mais freqüentes como: amor, benzinho, chuquichuqui, coelhinha, tigrão, morzão e por aí vai... Então começa a fase delicada: hora de conhecer amigos e parentes.
Conhecer amigos e parentes do namorado ou namorada é uma tarefa difícil e acho que algumas regras devem ser bem estabelecidas nesse momento:
Regra número 1: Os amigos do namorado(a) são dele(a) não são seus! Portanto, no começo, procure apenas conhecer... Muita intimidade você pode acabar tendo um advogado do diabo ao seu lado.
Regra número 2: Parentes do namorado(a) são dele(a) não são seus! Também nem é muito necessário uma aproximação maior... Afinal, família só é bom na foto! Intimidade com família é cartão verde para que botem o bedelho no seu relacionamento e pode ser fatal! Então, nada de chamar a mãe do seu namorado(a) de sua mãe! Sua mãe é sua mãe e a dele(a) é dele(a)!
Regra número 3: Os amigos do seu(sua) namorado(a) serão os juízes do relacionamento. Querendo ou não eles vão decidir se você é ou não o cara ou a mina! Independente de quanto apaixonado ele(a) possa parecer, são os amigos que ele(a) vai ouvir! Seja simpático(a) mesmo que você não tenha ido com a cara de qualquer um deles... Depois da aprovação, aí você chuta o balde, mas... com moderação!
Passando essa fase, você já está em um grande progresso, pois agora começa a entrar a fase da rotina: tudo na vida, por mais que você tente, não goste, odeie, não curta ou tenta fazer diferente, não adianta... Vai virar rotina! Sair para um programa a dois, motel, cinema, jantar, sair com os amigos, cinema, jantar, baladinha e etc... Ou até mesmo ficar em casa, sem fazer nada... So bored!! Rotina é chato e, querendo ou não, você vai cair nela!
Então, é aí que começam as discussões... Os conflitos... É a fase que normalmente destrói o relacionamento. Pois são coisas poucas que vão minando e desmanchando toda aquela imagem que você tinha do seu chuquichuqui... Quando ficamos nervoso, isso é fato, é a hora que nos mostramos... É o que dizem quando “as máscaras caem”. Isso é potencializado se você convive com a pessoa... Pois não tem coisa pior num relacionamento, mesmo que depois de anos, do que a convivência... Talvez seja por isso que os casamentos de hoje duram pouco... Casar, se fosse bom, não teria contrato, muito menos testemunhas! Mas, se você passar por tudo isso, e, ainda assim, você e seu(sua) chuquichuqui continuarem apaixonados, parabéns! Vocês são vencedores e já são feitos um para o outro!
Mas, é claro que tudo isso aqui foi resumido em poucas palavras... Tudo isso ocorre durante meses ou anos! Pode ser bom ou ruim... Só depende de você!
30 novembro 2009
RELACIONAMENTO
18 novembro 2009
CASAMENTO
Casamento é algo que é tradicional... Toda mulher sonha, um dia, entrar em uma igreja, vestida de branco, com coro, muitos convidados, decorações faraônicas e uma festa para deixar todos os convidados bêbados e felizes... Mas casamento, além de tradição, virou algo repetitivo e, de certa forma, chato. Desculpem-me os casados... Mas é chato!
Primeiro, os preparativos de um casamento começam pelo menos um ano antes da data da celebração. Os noivos faltam ficar loucos. Uma lista enooooorme de coisas á fazer e, principalmente à pagar, vão deixando os dois velhos, cansados e desgastados, antes mesmo de casarem. É lista de convidados, vestido, fraque, sapatos, decoração, Buffet, músicas... Ai, as músicas... e por aí, vai!
Chegando o dia do casamento, os convidados, ou melhor, AS CONVIDADAS, se arrumam para aparecerem mais do que a noiva. Felizes das noivas que decidem colocar as madrinhas com a mesma roupa. Para os homens, não há problema. Básico, fino, clássico. Ponto final. As madrinhas e convidadas escolhem vestidos de tons de cores que, se colocássemos uma ao lado da outra, teríamos um arco-íris humano numa festa de casamento.
Aí começa a cerimônia... Começamos a pensar: “será que o padre vai demorar?”... Afinal, todos estão esperando pela festa. A cerimônia todos já sabem! De cor e salteado. Durante a cerimônia, vez ou outra aparece alguém querendo aparecer e desmaia... Normal... É o calor da emoção, não é mesmo? Acabando, o padre declara os noivos marido e mulher, padrinhos e madrinhas começam a descer do altar e a sair da igreja. O mais engraçado é ver a cara deles... Todos com um sorriso amarelo no rosto, alguns suados pois as luzes das câmeras da equipe de filmagem esquentam até a alma, ainda mais dentro de fraques e vestidos pesados, não fica nada fácil. Aí, segue a carreata para o salão de festa. Chegando lá, os noivos, claro, serão os últimos a entrarem, todos já vão secos na bebida! As tias e as invejosas já vão botando o olho em tudo e já fazendo críticas ou...elogios... A música começa a tocar baixo, alguns salgadinhos são servidos e bebidas começam a rolar. Todos tímidos, devidamente trajados, sorrindo e conversando em tom tolerável. Então, a música muda, os noivos chegam ao som de uma música escolhida pela noiva, claro, aplausos e ovações... O jantar é servido, e a bebida continua rolando... Os noivos, então, coitados, passam de mesa em mesa para cumprimentar os convidados... Não era mais fácil subir no palco e agradecer a galera? Ocasionalmente cumprimenta um e outro... Afinal, só os que realmente vão fazer questão de cumprimentar são as tias velhas, os pais, claro, e aqueles amigos mais próximos, ou só aqueles invejosos... Então, começa aquela seleção de músicas que toda festa de casamento tem: anos 70, anos 80, sertanejo, forró, tudo com direito a brindes equivalentes à cada ritmo. Ah, me esqueci da valsa dos noivos... Que dá o start da festa.
Daí pra frente tudo desanda... As gravatas são afrouxadas, os sapatos são deixados de lado, as maquiagens começam a derreter e... O temido grupinho da gravata do noivo começa a passar... Como eu odeio essa hora? Por acaso eu tenho culpa que ele casou? Eu fui CONVIDADO!! E o convite não dizia que eu tinha que pagar para o noivo viajar em lua-de-mel enquanto eu continuo camelando... Helloooooo!!!!!
Mas beleza... Passando isso, você já começa a ver gente de óculos escuro de gatinho puxando você para dançar... Meu cooh!!!! Mas, você faz a fina e vai mesmo assim...
E o palquinho de dança, normalmente fica na frente das mesas... Quando você olha para as mesas, a maior parte está vazia, só as tias velhas estão sentadas, impacientes, esperando sobrinhos, filhos ou netos levarem todas para a casa... Aliás, uma sugestão para os próximos casamentos: uma vã só para as tias velhas deixando cada uma em sua respectiva residência.
Quase acabando a festa, as quase tia velha já puxam seus maridos para irem embora e, lóóóógico, já aproveitam para levar os arranjos em cima das mesas... Acham que vai cair bem na mesinha de centro de casa, sabe? Lá pelas tantas, os noivos ficam com os pais e os verdadeiros amigos... Aí, sim... Para mim, o melhor momento da festa, onde falamos mal de todos, deduramos os surrupiadores de arranjos, apontamos os bêbados da festa e os(as) ridículos(as) do casamento...
Mas, não deixa de ser previsível... Por isso, abro a campanha: FAÇA UM CASAMENTO DIFERENTE, como esses aí embaixo:
Primeiro, os preparativos de um casamento começam pelo menos um ano antes da data da celebração. Os noivos faltam ficar loucos. Uma lista enooooorme de coisas á fazer e, principalmente à pagar, vão deixando os dois velhos, cansados e desgastados, antes mesmo de casarem. É lista de convidados, vestido, fraque, sapatos, decoração, Buffet, músicas... Ai, as músicas... e por aí, vai!
Chegando o dia do casamento, os convidados, ou melhor, AS CONVIDADAS, se arrumam para aparecerem mais do que a noiva. Felizes das noivas que decidem colocar as madrinhas com a mesma roupa. Para os homens, não há problema. Básico, fino, clássico. Ponto final. As madrinhas e convidadas escolhem vestidos de tons de cores que, se colocássemos uma ao lado da outra, teríamos um arco-íris humano numa festa de casamento.
Aí começa a cerimônia... Começamos a pensar: “será que o padre vai demorar?”... Afinal, todos estão esperando pela festa. A cerimônia todos já sabem! De cor e salteado. Durante a cerimônia, vez ou outra aparece alguém querendo aparecer e desmaia... Normal... É o calor da emoção, não é mesmo? Acabando, o padre declara os noivos marido e mulher, padrinhos e madrinhas começam a descer do altar e a sair da igreja. O mais engraçado é ver a cara deles... Todos com um sorriso amarelo no rosto, alguns suados pois as luzes das câmeras da equipe de filmagem esquentam até a alma, ainda mais dentro de fraques e vestidos pesados, não fica nada fácil. Aí, segue a carreata para o salão de festa. Chegando lá, os noivos, claro, serão os últimos a entrarem, todos já vão secos na bebida! As tias e as invejosas já vão botando o olho em tudo e já fazendo críticas ou...elogios... A música começa a tocar baixo, alguns salgadinhos são servidos e bebidas começam a rolar. Todos tímidos, devidamente trajados, sorrindo e conversando em tom tolerável. Então, a música muda, os noivos chegam ao som de uma música escolhida pela noiva, claro, aplausos e ovações... O jantar é servido, e a bebida continua rolando... Os noivos, então, coitados, passam de mesa em mesa para cumprimentar os convidados... Não era mais fácil subir no palco e agradecer a galera? Ocasionalmente cumprimenta um e outro... Afinal, só os que realmente vão fazer questão de cumprimentar são as tias velhas, os pais, claro, e aqueles amigos mais próximos, ou só aqueles invejosos... Então, começa aquela seleção de músicas que toda festa de casamento tem: anos 70, anos 80, sertanejo, forró, tudo com direito a brindes equivalentes à cada ritmo. Ah, me esqueci da valsa dos noivos... Que dá o start da festa.
Daí pra frente tudo desanda... As gravatas são afrouxadas, os sapatos são deixados de lado, as maquiagens começam a derreter e... O temido grupinho da gravata do noivo começa a passar... Como eu odeio essa hora? Por acaso eu tenho culpa que ele casou? Eu fui CONVIDADO!! E o convite não dizia que eu tinha que pagar para o noivo viajar em lua-de-mel enquanto eu continuo camelando... Helloooooo!!!!!
Mas beleza... Passando isso, você já começa a ver gente de óculos escuro de gatinho puxando você para dançar... Meu cooh!!!! Mas, você faz a fina e vai mesmo assim...
E o palquinho de dança, normalmente fica na frente das mesas... Quando você olha para as mesas, a maior parte está vazia, só as tias velhas estão sentadas, impacientes, esperando sobrinhos, filhos ou netos levarem todas para a casa... Aliás, uma sugestão para os próximos casamentos: uma vã só para as tias velhas deixando cada uma em sua respectiva residência.
Quase acabando a festa, as quase tia velha já puxam seus maridos para irem embora e, lóóóógico, já aproveitam para levar os arranjos em cima das mesas... Acham que vai cair bem na mesinha de centro de casa, sabe? Lá pelas tantas, os noivos ficam com os pais e os verdadeiros amigos... Aí, sim... Para mim, o melhor momento da festa, onde falamos mal de todos, deduramos os surrupiadores de arranjos, apontamos os bêbados da festa e os(as) ridículos(as) do casamento...
Mas, não deixa de ser previsível... Por isso, abro a campanha: FAÇA UM CASAMENTO DIFERENTE, como esses aí embaixo:
17 novembro 2009
É A VIDA... E ASSIM ELA CONTINUA
Essa semana terminou com um verdadeiro chute nas minhas bolas... Essa hora era para eu estar na Lituania... Mas, infelizmente, não deu certo e acabei ficando por aqui... Coincidência ou não, hoje estou extremamente carente... Com aquela sensação de querer estar apaixonado por alguém, sabe? Mas, ao mesmo tempo, a vozinha da razão tá lá, gritando na minha orelha que é melhor ficar do jeito que está... E vendo como são as relações hoje, claro, nem todas, algumas dão tanta dor de cabeça, como a última que tive, que é melhor ficar solteiro...
Enfim, a vida continua... Hoje tirei o dia para descansar... Não fiz absolutamente nada e nem sai de casa... Amanhã vou até Oxford Street, encontrar meus amigos, e andar bastante... Arejar a cabeça...
Esse fim de semana também aproveitei para ir no cinema.. Minha primeira sessão de cinema em Londres. Assisti 2012. Filme bom, poderia ser melhor... Cheio de efeitos especiais, algumas cenas forçadas, dignas de 007, mas te prende na cadeira e faz segurar a respiração.
Por ora é isso que tenho... Sem muitas novidades por enquanto...
Enfim, a vida continua... Hoje tirei o dia para descansar... Não fiz absolutamente nada e nem sai de casa... Amanhã vou até Oxford Street, encontrar meus amigos, e andar bastante... Arejar a cabeça...
Esse fim de semana também aproveitei para ir no cinema.. Minha primeira sessão de cinema em Londres. Assisti 2012. Filme bom, poderia ser melhor... Cheio de efeitos especiais, algumas cenas forçadas, dignas de 007, mas te prende na cadeira e faz segurar a respiração.
Por ora é isso que tenho... Sem muitas novidades por enquanto...
See you!
12 novembro 2009
Amsterdam
Primeira viagem na Europa, vivendo na Europa e não poderia ter sido melhor... Foi tudo de bom! Começamos passando a noite na casa do Daniel e da Renata. Acordamos as 5 da manhã do domingo para pegar o trem até o aeroporto. Chegando no aeroporto, aquela correria para não perder o vôo, de repente, olhamos para trás e... Cadê a Renata??? Simplesmente sumiu. A sorte que o Daniel e a própria Renata estavam com o celular... Beleza.. Achamos e corremos para pegar o ônibus que vai do terminal sul, onde chegamos, para o terminal norte, onde iríamos embarcar no aeroporto de Gatwick. Vamos todos bonitos fazer o check-in até que o gordo que nos atendeu vira e fala que os nomes não estavam iguais ao passaporte. Que teríamos que pagar 30 libras!!! Já pensamos: fodeu! Tá cagando tudo... O gordo nos manda para um outro balcão... Sorte que a pessoa que estava lá, uma senhora muito simpática, diz que tudo está certo e imprime nossos cartões sem precisarmos pagar nada além...
Chegando em Amsterdam, o ar condicionado da cidade estava no último. Fui obrigado a comprar luvas e toca porque a sensação era de menos de zero grau. O hotel era bom, um café da manhã com opções bem razoáveis e a cidade um mimo... Queria morar lá... Moraria fácil. Dá para se conhecer tudo a pé... Ou bicicleta, que é o que mais tem lá...
Nas ruas você tem que prestar atenção nas bicicletas, nos carros e nos bondes... Meio bagunçado eu achei...Toda a cidade é cortada por canais... E andamos de barco nesses canais que trazem histórias interessantes, como a casa mais fina da Europa ou a casa mais velha da cidade construída em 1502.
Nos apaixonamos por waffles servido com sorvete e calda de chocolate e um croquete com carne ou queijo que você compra direto de uma máquina... Uma delicia... Nossa larica diária...
Fomos conhecer a Red Light e achamos bem interessante pela organização e limpeza do local... Nada assustador como as ruas do centro de São Paulo.
Mas, como tudo que é bom, dura pouco, estamos aqui de volta para continuarmos nossa realidade...rs
Semana que vem tem Lituânia... Estou ansioso!
Chegando em Amsterdam, o ar condicionado da cidade estava no último. Fui obrigado a comprar luvas e toca porque a sensação era de menos de zero grau. O hotel era bom, um café da manhã com opções bem razoáveis e a cidade um mimo... Queria morar lá... Moraria fácil. Dá para se conhecer tudo a pé... Ou bicicleta, que é o que mais tem lá...
Nas ruas você tem que prestar atenção nas bicicletas, nos carros e nos bondes... Meio bagunçado eu achei...Toda a cidade é cortada por canais... E andamos de barco nesses canais que trazem histórias interessantes, como a casa mais fina da Europa ou a casa mais velha da cidade construída em 1502.
Nos apaixonamos por waffles servido com sorvete e calda de chocolate e um croquete com carne ou queijo que você compra direto de uma máquina... Uma delicia... Nossa larica diária...
Fomos conhecer a Red Light e achamos bem interessante pela organização e limpeza do local... Nada assustador como as ruas do centro de São Paulo.
Mas, como tudo que é bom, dura pouco, estamos aqui de volta para continuarmos nossa realidade...rs
Semana que vem tem Lituânia... Estou ansioso!
02 novembro 2009
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