Mais um ano com a parada do orgulho gay. Mais um ano em que o propósito da parada se torna um belo de um carnaval. Cheio de gente feia e fantasiada estereotipando os gays.
A parada de 2000, que contava com 2000 pessoas, foi organizada, tinha-se um "grito" de guerra que era mostrar ao mundo que os gays existem e estão na sociedade. São pessoas comuns, que comem, respiram, pagam impostos como qualquer outro.
Mas, com o passar dos anos, o que se vê é que a parada se tornou um carnaval. É um festival de fantasias feias e espalhafatosas que transformam o gay, para a sociedade, em drag queens e caricaturas. Desta forma, o que era para ser um grito de "oi! eu existo", acaba se tornando, para a sociedade, um desfile de plumas e paetês sem noção.
Além disso, também vemos que essa "festa", acaba se tornando um oportunidade para bandidos e maloqueiros se infiltrarem e barbarizarem com facadas, bombas, roubos e assaltos na cara dura.
Um mar de gente toma conta da avenida Paulista e da Consolação bebendo vinho de procedência duvidosa, ao custo de R$2,00, e, não demora muito, começamos a ver um monte de gente vomitando, desmaiando, brigando e se batendo nas esquinas do Trianon até a praça Rosvelt. Uma vergonha.
Uma pena, um ato público, o maior do mundo, hoje virar apenas um amontoado de gente bêbada que nem sabem porque estão ali. Só querem beijar, trepar e encher a cara.
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