Essa carta rolava na minha época de colégio, ginásio, 6a série! E eu achei essa carta na internet:
Era meia noite e o sol brilhava entre as trevas de um dia bonito e claro, um homem vestido sem roupa, com as mãos no bolso, sentado de pé em uma pedra de pau, dizia: eu prefiro mais a morte a perder a vida. Naquele momento; um mudo falou para um surdo que um cego tinha visto um aleijado das duas pernas correndo atrás de um carro parado. Bem perto dali um preto careca penteava seus lindos cabelos loiros.
À noite durante o dia, senti uma apetitosa falta de fome e em quanto às pessoas almoçavam durante o jantar nos pratos sem alimentos, vi as pessoas nadando em um lago seco e outras se suicidando para viver.
Ao acordar dormindo sonhei que estava acordado, quando acordei vi que realmente estava dormindo.
Desci uma escada para cima, subindo para baixo, e fui lavar-se em uma banheira seca. Encontrei-me e montei-me em minhas costas então sai galopando; cheguei correndo porem andando. Deite o paletó na cama e pendurei-me no cabide, dormindo de joelhos, pois não consegui tirá-los.
Em quanto isso um cego exclamou que viu os passarinhos pastando e as vacas pulando de galho em galho procurando seus ninho. Então, vi um sujeito comendo guardanapo e limpando a boca com o bife.
Assim comecei uma poesia calada:
Mais vale um morto vivo que um vivo morto.
Quando acordei ao despertar da cama, levantei-me do relógio e me preparei para mais um dia de descanso, com muito trabalho pesado.
Sou louco peço paz os que pedem guerra são normais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário